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Um ano sem Abelha...e a saudade continua

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Neste mesmo período, no ano passado, as estradas brasileiras ficaram mais vazias, sem brilho, tristes. Nosso amado Marcelo, o Abelha, pegou uma reta e seguiu rumo ao sol. Hoje brilha para todos. Mas, por egoísmo puro dos que te amam, desejaríamos que estivesse aqui, só para os poucos privilegiados que puderam desfrutar de sua companhia. Cara, deixa eu te contar! Tu faz uma falta enorme. As vezes me vem o impulso de atravessar a ponte e te encontrar, na mesma cadeira, no mesmo boteco, rodeado de amigos e sorrisos. Abelhão, meu velho, a coisa aqui tá preta. Sabia que o PT continua no poder? Cara, fizestes bem em se mandar. Mas, seu puto, não deveria ser tão rápido, né? Ah, outra coisa. Não tem uma só viagem que a gente faça que não lembre de você. O Volvi insiste em ser filósofo, eu em ser palhaço, o Tchuca em ser português (rs) (dispertai oh meninos! lembra?), o soldado em ser ele mesmo, o que já é um exagero, o Cezinha cada vez mais sem noção e companheiro (rs) e o Cabral, cada dia m...

As motos que estão chegando ao mercado

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Veja cada uma delas...

Giro e novidades do Salão Duas Rodas

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Passeio pelo salão...

Novidadaes Harley no Salão Duas Rodas

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Saiba mais

Salão Duas Rodas já tem atrações 2011

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Xavaskas em Bananal

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Xavaskas, quase 20 anos de estrada

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Tenho observado com alegria o crescimento do número de motoclubes e eventos de confraternização no Rio de Janeiro. Lembro o quanto esses grupos eram marginalizados nos anos 70 e como são admirados e queridos hoje. Tudo por conta da postura de irmandade que se fortalece a cada ano. Diferente da imagem ruim deixadas pela dupla Balaios e Hells Angells, que chegou ao limite de usar bombas caseiras uns contra os outros nos anos de chumbo, hoje os motoclubes convivem em total harmonia. Os Xavaskas do Asfalto nasceram em 1996 e se fortaleceram ao longo dos anos, menos pela quantidade de integrantes, observando a qualidade. Até hoje, essa é a marca do grupo que nasceu na cabeça de quatro amigos, tendo o Milton (eterno presidente) à frente. Tenho guardado com carinho o fato de ter sido o primeiro escudado do grupo, que nascia sob o signo da liberdade. Nosso estatuto e a postura do grupo, além do nome, foram criticados no início, por não exigir nada dos integrantes, a não ser uma postura ...